23/12/2008

VÍDEOS

AQUI SERAM POSTADO OS MAIS DIVERSOS VÍDEOS DO CRUZEIRÃO!

PALAVRA DO AUTOR

AQUI, EMANOEL FERREIRA, AUTOR DO BLOG, EXPRESSA SUA OPINIÃO ACERCA DOS ASSUNTOS RELACIONADOS AO CRUZEIRÃO.

COBERTURA DOS JOGOS


AQUI VOCÊ LÊ OS PLANTÕES DE TODOS OS JOGOS DO NOSSO CRUZEIRÃO!

SOBRE NOSSA EQUIPE

ESTE ESPAÇO É DESTINADO PARA APRESENTAÇÃO E INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE A FUTURA EQUIPE DO BLOG CRUZEIRO NEWS.

22/12/2008

ZUANDO AS PENADAS... COM IMAGENS!

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17/12/2008

ESPAÇO "FALA TORCEDOR!"



ESTE ESPAÇO É SEU, TORCEDOR E LEITOR DO CRUZEIRO NEWS!

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É CAMPEÃO! É CAMPEÃO! É CAMPEÃO!

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“DE PÉ APLAUDIMOS ESSE GOL!” ALEX ENTRA PELA ÁREA E FAZ DE LETRA!


“GOL MIL, GOL MIL, GOL MIL!” NA VOZ DO IMORTAL ALBERTO RODRIGUES!

CALANDO O SÃO PAULO EM PLENO MORUMBI; DAVID É O NOME DA FERA!


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SORÍN MARCA AOS 31 MIN. DO SEGUNDO TEMPO!


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ZAGUEIRÃO EQUATORIANO ATRAPALHADO METE A TESTA NA BOLA E BOTA LÁ DENTRO, NO FUNDO DAS REDES!


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BI CAMPEÃO! BI CAMPEÃO! BÍ CAMPEÃO!

ELIVELTO ARRASA O SPORTING CRISTAL E CRUZEIRÃO FICA COM O BI DA LIBERTADORES! (1997)


TUDO PRONTO PARA COBRANÇA DA FALTA... MAS ESPERE, O QUE É AQUILO?!?

JOÃOZINHO CORRE NA FRENTE DO BATEDOR E CHUTA... SABE ONDE? NO ÂNGULO DO GOLEIRO DO RIVER PLATE (ARGENTINA); CRUZEIRO CAMPEÃO DA LIBERTADORES DA AMÉRICA (1976)


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ESTAMOS EM REFORMA! EM BREVE AQUI, VÍDEOS DO NOSSO CRUZEIRÃO.

GRATO,

EMANOEL FERREIRA - emanoelferreira@ymail.com
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07/12/2008

PLANTÃO: CRUZEIRO 4 X 1 PORTUGUESA

por Emanoel Ferreira

Em dia de festa, mais de 30 mil pessoas assistiram à classificação do Cruzeiro para a disputa da sua 11ª Taça Libertadores da América. A Raposa teve muitas dificuldades, especialmente no primeiro tempo, mas venceu de virada a Portuguesa, já rebaixada para a Segunda Divisão, por 4 a 1. O resultado garante o terceiro lugar na classificação final. Os gols da partida foram marcados por Thiago Ribeiro, Wanderley e Fernandinho, duas vezes. Athirson descontou para a Lusa. Depois da partida, os jogadores correram para a torcida e comemoraram como se fosse a conquista de um título.

Momentos antes do início do jogo, o lateral-esquerdo Sorín provocou um momento de euforia para a torcida do Cruzeiro. O lateral-esquerdo apareceu no meio das arquibancadas e foi exaltado pelos cruzeirenses.

Pressão logo no início

Precisando da vitória para chegar à Libertadores, o Cruzeiro começou o jogo pressionando a Portuguesa. Logo aos seis minutos, Wagner fez boa tabela e deixou Ramires sozinho com o goleiro André Luis, mas o volante finalizou muito fraco e a bola foi pela linha de fundo. A Portuguesa respondeu quatro minutos depois. Jonas recebeu passe pela esquerda, limpou a zaga cruzeirense e chutou forte. A bola passou muito perto do travessão de Fábio.

Depois dos 15 minutos, a partida ficou equilibrada. O Cruzeiro só chegou mais uma vez com perigo, aos 22. Fabrício fez boa jogada pelo meio e chutou rasteiro. André Luis teve que se esticar todo para fazer a defesa. A Raposa tentava mais o ataque, mas a Lusa abriu o placar, aos 35 minutos, deixando o Mineirão completamente calado. Athirson recebeu na área e bateu cruzado sem defesa para Fábio.

O gol não abalou a torcida cruzeirense, que começou a cantar alto e apoiar a virada do time. Mas os jogadores não respondiam e chegavam muito lentos ao ataque. Os torcedores cobravam e gritavam que a Libertadores era obrigação. Aos 43, Ramires colocou Guilherme em boa posição, o atacante chutou cruzado, e André Luis pulou para salvar a Portuguesa.

Segundo tempo começa tenso

A torcida do Cruzeiro cobrou muito do time na volta para o segundo tempo. A Raposa tinha 45 minutos para fazer dois gols e se classificar para a Libertadores. A Portuguesa jogava muito bem, e os jogadores, mesmo rebaixados, mostravam determinação durante o jogo. Aos oito minutos, Wagner cobrou escanteio fechado, André Luís espalmou para fora da área, e Guilherme tentou encobri-lo, mas o goleiro conseguiu se recuperar.

No lance seguinte, o atacante sentiu uma contusão, caiu e saiu de campo muito vaidado. Adilson Batista colocou Wanderley. Aos 12, o Mineirão veio abaixo. Fabrício foi até a linha de fundo e cruzou para a finalização perfeita de Thiago Ribeiro. A torcida do Cruzeiro foi ao delírio e se animou ainda mais logo em seguida. Wanderley, que tinha acabado de entrar, aproveitou uma bobeada da zaga paulista, retomou a boa e colocou no canto esquerdo do goleiro André. Esse foi o primeiro gol do atacante com a camisa do Cruzeiro. A Portuguesa quase empatou, aos 27. Erick cruzou rasteiro da direita, e Ralph, que também acabara de entrar, perdeu o gol sozinho na pequena área.

O Cruzeiro ampliou aos 35. Fabrício lançou Wagner, ele entrou na área e foi puxado. O juiz não teve dúvidas e marcou pênalti. Fernandinho cobrou forte e aliviou a torcida cruzeirense. Aos 40, foi a vez de Ramires ser derrubado na área. Fernandinho cobrou com perfeição novamente e fechou o placar. Festa celeste no Mineirão, e a chance de conquistar a América em 2009. Mas que é duro ver o Tricolor Paulista passar a perna em nós novamente, isso é! ACORDA diretoria! O ano que vem também será em vão?



Emanoel Ferreira - emanoelferreira@ymail.com
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29/11/2008

PALAVRA DO AUTOR >> BALANÇO DE 2008

por Emanoel Ferreira

Vai-se mais uma temporada para o Cruzeirão assim como para os demais times da competição e de séries inferiores; Mais uma vez, com pesar, digo aqui que o Cruzeiro abriu mão da taça de campeão brasileiro. E não digam que é mérito absoluto do São Paulo não! É também ausência vergonhosa do espírito de campeão que o Cruzeiro a tanto não demonstra! Jogadores como Guilherme e Wagner, por exemplo, que são notoriamente bons, não possuem em si o espírito de campeão, o sangue frio e o calculismo que têm os jogadores do Hexa-campeão brasileiro.

O técnico Adilson Batista é inteligente, e só. Caso a “nova” diretoria não consiga Vanderley Luxemburgo ou Muricy Ramalho, deixe aí o Adilson, que já conhece o time. Quanto ao “acerto de contas” de Adilson com a imprensa é, sinceramente, uma VERGONHA para o manto sagrado do Cruzeirão! O técnico teve acertos magistrais, porém, teve erros inacreditáveis, substituindo mal, insistindo com jogadores simplesmente ridículos e posicionando o Wagner, em determinadas situações, no ataque! Não foi capaz de fazer seus jogadores jogarem para frente, com raça, vontade, fome de liderança... E acha-se no direito de expor o manto sagrada dessa forma, apontando um dedo (que é verdadeiro, diga-se de passagem) para a imprensa, enquanto quatro estão apontando-o. Vergonha.

No geral, o Cruzeiro manteve sua tradição de gigante do futebol brasileiro, sustentando-se durante todo o campeonato, à exceção de uma rodada, no chamado G-4. Conquistou o campeonato mineiro, humilhando o arqui-rival em pleno ano de seu CENTENADA, e... só. Vale-se dizer que, ao meu ponto de vista, o mineiro só tem valor para a nação azul quando o conquistamos encima de nossas fiéis fregueses; Por isso o ano não foi de todo inútil.

Conquistaremos uma vaga na Libertadores ou na chamada Pré-Libertadores? Acredito que sim. Mas a diretoria vai contratar reforços de peso ou vai vender peças chaves como Ramires, por exemplo, como cogita-se? ACORDE NAÇÃO AZUL! Caso a diretoria comece a vender os jogadores que sabidamente carregam o Cruzeirão “nas costas”, não deixemos os protestos para depois, quando formos eliminados por falta de PLANEJAMENTO! Vamos dar o grito desde já! A torcida não é boba e, caso confirmem-se minhas suspeitas, mais um ano de vazio transcorrerá como um filme, à frente da fiel e apaixonada torcida do Cruzeiro Esporte Clube. O Cruzeiro não é mercado de jogadores! O Cruzeiro não é escola de treinadores! O Cruzeiro não é diversão nem pé-de-meia de dirigentes! O Cruzeiro é paixão e nele mandamos nós, torcedores. Estou de olho, e você?


Emanoel Ferreira – emanoelferreira@ymail.com

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23/11/2008

PLANTÃO >> Cruzeiro 3 X 2 Flamengo

por Emanoel Ferreira


Diante da vitória do São Paulo sobre o Vasco, em São Januário, o duelo entre Cruzeiro e Flamengo, no Mineirão, deixou de ser decisivo para que cariocas e mineiros não se distanciassem ainda mais do título, mas para que se aproximassem da Taça Libertadores 2009. Nada, porém, que tirasse o brilho e emoção do espetáculo, vencido por 3 a 2 pelo time da casa, com atuação de gala de Ramires. O volante, Thiago Ribeiro e Fernandinho deram a vitória para a Raposa. Ibson e Obina descontaram.
Com o resultado, o Cruzeiro trocou de posição com o Flamengo agora é terceiro colocado, com 64 pontos, seguidos pelos cariocas, com 63, que torcem por um tropeço do Palmeiras, contra o Ipatinga, às 19h10m, para não sair do G-4.

Na próxima rodada, o Flamengo se despede do Maracanã em 2008 enfrentando o Goiás, domingo, às 17h, enquanto a Raposa, viaja até Porto Alegre para encarar o Internacional, no Beira-Rio, no mesmo dia e horário.


Talvez de olho em um início arrasador como na partida contra o Grêmio, quando abriu o placar aos 15 segundos, o Cruzeiro acelerou o ritmo no início e foi correspondido pelo Flamengo. Nos primeiros dez minutos, três boas jogadas para cada lado.

Aos 30 segundos, Jajá recebeu na entrada da área, girou e chutou fraquinho para fora. Na seqüência, Kleberson puxou contra-ataque e serviu Obina. O camisa 9 chutou prensado e a bola sobrou para Leo Moura, que se enrolou com Ibson e desperdiçou boa chance. Um minuto depois, desatenção de Bruno: Kleberson recua e o goleiro pega com as mãos. Tiro indireto marcado por Carlos Eugênio Simon e desperdiçado por Marquinhos Paraná.

O jogo tinha apenas cinco minutos e Fernandinho criou a terceira boa chance para os mineiros. O lateral-esquerdo aproveitou uma bobeada da zaga do Fla e emendou forte da entrada da área. Bruno bateu roupa e Angelim afastou o perigo. O troco rubro-negro veio aos 8 e aos 10. Primeiro, Marcelinho Paraíba cobrou escanteio no primeiro pau, Jaílton desviou e Ibson não alcançou a bola na pequena área. Depois, o próprio volante serviu Leo Moura pela direita, mas o lateral errou o cruzamento para Obina.

As duas equipes diminuíram a velocidade até os 19 minutos, quando Gerson Magrão recebeu pela esquerda e tocou para trás. Jajá, sem goleiro, errou a conclusão e perdeu gol feito. Três minutos depois, porém, o atacante cruzeirense acertou em cheio. Ele roubou a bola de Angelim e bateu colocado no ângulo direito de Bruno. O travessão salvou os cariocas.

Passivo, o Flamengo parecia confiar nos contra-ataques e observava o Cruzeiro trabalhar a bola no campo de ataque. A estratégia foi castigada aos 33 minutos. Ramires recebeu com muita liberdade pela esquerda, aguardou a entrada de Fernandinho pelo meio da zaga e rolou entre as pernas de Kleberson. Frente a frente com Bruno e observado por Leo Moura, o lateral-esquerdo só escorou e levantou o mar azul que tomava conta do Mineirão.

O gol acordou o Flamengo, que se mandou para o ataque sem muita eficiência. Aos 36, Paraíba cruzou no segundo pau, Angelim escorou para o meio e Fábio afastou de soco. Dono do jogo, o Cruzeiro administrou a vantagem e só foi incomodado aos 45, quando Juan deixou Jonathan caído e cruzou nas mãos do goleiro mineiro.


Com o sonho do hexa sendo adiado e o risco de perder até a vaga no G-4, Caio Júnior liberou o Flamengo para o ataque no início da segunda etapa. Tímido no primeiro tempo, Ibson foi liberado para atacar e deu maior dinamismo ao time carioca. Tal exposição, porém, resultou em susto aos 3 minutos. Jajá deixou Ramires na cara do gol. O volante dominou, escolheu o canto, deslocou Bruno e...jogou para fora.

Aos 8, uma bomba de fabricação caseira explodiu na geral e ligou o time do Flamengo. No minuto seguinte, Marcelinho Paraíba arriscou do bico da grande área pela direita e obrigou Fábio a espalmar para escanteio. Na cobrança, do próprio Paraíba, Ibson escorou de cabeça no bico da pequena área e decretou o empate.

Era a vez do Cruzeiro se mandar para reverter o placar que não lhe interessava. Aos 15 e aos 18, Bruno até que salvou o Flamengo em chutes fortes de Jajá e Fabrício da entrada da área, mas aos 19 não teve perdão. Fernandinho descolou um lindo passe para Thiago Ribeiro aproveitar a linha de impedimento mal feita pela zaga rubro-negra e tocar no ângulo esquerdo do goleiro do Fla: 2 a 1.

Com os papéis novamente invertidos, o Flamengo novamente foi atrás de sua manutenção no G-4 e empatou com Obina, aos 25. O atacante recebeu cruzamento rasteiro de Juan, dominou de costas para o gol, girou em cima de Leo Fortunato e tocou para o fundo das redes. E o empate não se transformou em virada aos 28 por questão de centímetros. Leo Moura fez boa jogada pela direita e cruzou no segundo pau. A bola passou por Fábio e Juan, com o gol aberto, acertou a rede pelo lado de fora.

Lá e cá, o jogo terminou como começou: eletrizante. Com a vitória do São Paulo em São Januário, só um resultado positivo poderia manter o Flamengo na briga pelo hexa, e a equipe se expôs. Aos 31, Ramires se chocou com Toró na área, a torcida pediu pênalti e Simon mandou o lance seguir. Um minuto depois, o mesmo Toró brecou o volante celeste, que já preparava o arremate após passe de Wanderley. Só que aos 39 não teve jeito. Aberto após contra-ataque mal sucedido, o Fla deu espaços para Ramires, que recebeu de Fabrício e, da marca do pênalti, tocou no canto esquerdo de Bruno.

No fim, um milagre e muita polêmica protagonizados por Diego Tardelli. Aos 42, o atacante entortou Thiago Heleno e tocou colocado no canto direito de Fábio, que fez uma defesa espetacular. Três minutos depois, muita confusão. Tardelli avançou pela esquerda, cortou para dentro e recebeu uma rasteira de Leo Fortunato. Pênalti ignorado por Simon, que expulsou o atacante rubro-negro durante o jogo e o capitão Fábio Luciano, por reclamação, após o apito final.


Emanoel Ferreira - emanoelferreira@ymail.com
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15/11/2008

Plantão >> Náutico 5 X 2 Cruzeiro

por Emanoel Ferreira

A monotonia e a apatia passaram longe dos Aflitos neste sábado. Em jogo bastante movimentado, o Náutico goleou o Cruzeiro por 5 a 2 e vai dormir fora de zona de rebaixamento do Brasileirão. A Raposa, por sua vez, perderá uma posição no domingo, já que Flamengo e Palmeiras se enfrentam e obrigatoriamente um deixará os mineiros para trás. Em compensação, o confronto entre cariocas e paulistas também impede que o clube da Toca da Raposa deixe o G-4 por enquanto.

Na próxima rodada, o Timbu (15º com 40 pontos) joga fora de casa com o Figueirense em confronto direito contra o rebaixamento. O Cruzeiro (terceiro com 61) recebe o Flamengo, no Mineirão, em jogo que pode deixar um dos dois próximos da Libertadores 2009.

Ritmo forte

O primeiro tempo do jogo representou bem o momento que as duas equipes vivem no campeonato. Ambos precisavam da vitória. Ambos buscaram o gol a todo o momento. Cada um dentro de suas características, evidentemente.

Pelo Timbu, a velocidade de Gilmar e a técnica de Felipe fizeram a diferença. Aos quatro minutos, Alessandro achou o primeiro no meio da zaga celeste, que fazia linha de impedimento. O atacante chegou na frente de Leo Fortunato e bateu no cantinho esquerdo de Fábio para abrir o placar.

A festa que tomou conta dos Aflitos teve uma pausa 12 minutos depois. Guilherme lançou Camilo, que em posição de impedimento foi em direção à bola, parando assim que percebeu a presença de Ramires na direita. O volante entrou na área e marcou o gol, prontamente anulado pela arbitragem, que marcou a posição irregular de Camilo. O banco do Cruzeiro reclamou muito deste lance.

Mas nem houve muito tempo para reclamação. Aos 18, Henrique ameaçou chutar e achou Wagner na área pela esquerda. O camisa 10 bateu no canto esquerdo e deixou tudo igual. A festa agora era azul.

Mais uma comemoração frustrada. Apenas três minutos após o gol celeste, Henrique derrubou Gilmar no bico esquerdo da grande área. Pênalti para o Náutico. Felipe foi para a cobrança, fez a paradinha, deixando Fábio caído no canto esquerdo, e tocou no lado oposto: 2 a 1.

Gilmar continuou importunando a defesa adversária. Com 27 de jogo, ele cruzou da esquerda para a presença surpresa de Titi. O zagueiro bateu prensado, e Fábio fez a defesa.

No último lance do movimentado primeiro tempo, Guilherme foi lançado na área, pela direita, e bateu cruzado. Eduardo bateu roupa, e a zaga alvirrubra colocou para escanteio.

Ritmo forte também na etapa final

Se alguém aproveitou o intervalo para fazer alguma coisa e demorou um pouquinho para voltar perdeu um início de segundo tempo ainda mais alucinante que o do primeiro. Aos 50 segundos, Henrique evitou a saída da bola pela lateral, deixou Alessandro caído e cruzou na pequena área. Eduardo defendeu em dois tempos.

Mas então prevaleceu mais uma vez a técnica de Felipe. Com dois minutos, ele recebeu na área e chutou forte. A bola desviou em Thiago Martinelli e quase enganou Fábio, saindo pela linha de fundo. Na cobrança do escanteio, a bola sobrou com Titi na entrada da área. O zagueiro tocou por cima para Felipe, que finalizou por baixo de Fábio para marcar o terceiro.

O Cruzeiro não desanimou. Aos 11, Fábio foi lançado na meia-lua. Eduardo saiu do gol e evitou o segundo gol celeste. Era lá e cá. Seis minutos depois, Felipe mirou o ângulo esquerdo de Fábio e quase acertou. Mandou para fora. Com 20 minutos, Wagner bateu falta da direita e achou Ramires livre na pequena área. O volante, entretanto, cabeceou torto, para baixo e sem força, perdendo grande oportunidade.

Fábio evitou que o resultado se transformasse em goleada aos 27. Felipe fez inversão da jogada da esquerda para a direita e encontrou Ruy. De fora da área, o ala chutou forte, obrigando o camisa 1 celeste a desviar para escanteio.

A defesa de Fábio deixou o Cruzeiro vivo no jogo. Na jogada de perigo seguinte, Wagner bateu para o gol, e a bola bateu na mão de Hamilton dentro da área. Pênalti desta vez para os mineiros. Guilherme foi para a cobrança e marcou no canto esquerdo.

A ducha de água fria para os mineiros não demorou a vir. Aos 38, Felipe cruzou para Everaldo, que acabara de entrar, empurrar para o gol vazio após trombada de Fábio e Thiago Heleno. E aos 43, Felipe deixou Gilmar livre, e o atacante não desperdiçou, tocando no canto direito e fechando o placar.

09/11/2008

PLANTÃO>> Cruzeiro 1 X 0 Fluminense

por Emanoel Ferreira


Um gol de cabeça de Ramires, aos 20 minutos do segundo tempo, fez com que o Cruzeiro continuasse sonhando com a conquista do título do Campeonato Brasileiro. A Raposa venceu o Fluminense por 1 a 0, chegou aos 61 pontos ganhos e assumiu o terceiro lugar na tabela de classificação, já que o Palmeiras perdeu popr 1 a 0 para o Grêmio, no Palestra Itália.

Mesmo com a derrota, o Fluminense permanece fora da zona de rebaixamento, na 16ª posição. O Tricolor tem 37 pontos, a mesma pontuação do Náutico, que empatou em 0 a 0 com o Coritiba. Mas o saldo de gols é melhor: - 3 contra –13.

Na próxima rodada, o Fluminense vai receber a Portuguesa, sábado, às 18h30m, no Maracanã. Já o Cruzeiro enfrentará o Náutico, no mesmo dia e horário, nos Aflitos, em Recife.

O primeiro tempo começou com um ritmo frenético, com o Cruzeiro e Fluminense criando boas oportunidades de gol. As duas primeiras foram do time tricolor. Aos dois, João Paulo cruzou e Everton Santos chutou forte, por cima do travessão. Três minutos depois, Washington recebeu dentro da pequena área, mas dominou e permitiu a defesa do goleiro Fábio.

A primeira chance do Cruzeiro foi também a melhor da equipe nos primeiros 45 minutos. Aos sete, Guilherme foi lançado nas costas de Thiago Silva, cortou o zagueiro e chutou para Fernando Henrique espalmar a bola. No rebote, Wagner chutou rasteiro e o volante Fabinho salvou o gol quase em cima da linha.

Depois do bom início, o jogo teve uma caída na parte técnica por causa do forte calor que fazia em Belo Horizonte. Aos 20, o Cruzeiro fez uma boa troca de passes na intermediária tricolor e Jajá deixou Jonathan na cara de Fernando Henrique. Ele soltou a bomba, mas a bola passou raspando a trave direita o goleiro. Depois da parada feita pelo árbitro Leonardo Gaciba, para os jogadores se refrescarem, Jajá cabeceou com estilo, aos 33, e obrigou Fernando a fazer outra defesa difícil. No minuto seguinte, Arouca avançou com a bola e chutou para Fábio defender.

Aos 47 minutos, o lance mais polêmico do primeiro tempo. Guilherme recebeu na entrada da área e chutou. A bola bateu em Jajá e entrou no gol, enganando Fernando Henrique. Mas o auxiliar Milton Otaviano dos Santos marcou, corretamente, o impedimento, anulando o gol da Raposa.

O segundo tempo começou devagar, com as duas equipes valorizando a posse de bola no meio-de-campo. Não gostando da atitude de seus jogadores, o técnico Adilson Batista fez uma substituição logo aos oito minutos. Ele trocou um atacante por outro, entrando Wanderley e saindo Jajá.

O Cruzeiro melhorou em campo e fez uma blitz de quase três minutos na defesa do Fluminense. Com muitos cruzamentos sobre a área, os zagueiros tricolores levaram a melhor por causa da boa estatura. Mas de tanto insistir nas jogadas aéreas, o time mineiro conseguiu abrir o placar.

Aos 20 minutos, Guilherme dominou a bola na entrada da área e fez um cruzamento perfeito. Ramires apareceu como um foguete na segunda trave e cabeceou no canto esquerdo, sem chance de defesa para Fernando Henrique.

Depois do gol, o Fluminense não demonstrou nenhum tipo de reação em campo e o Cruzeiro passou a dominar ainda mais as ações dentro de campo. Errando poucos passes, a Raposa entrava com facilidade na defesa tricolor. Aos 29, Guilherme recebeu lançamento, ganhou no corpo de Thiago Silva e rolou a bola para a entrada da área. Wagner chutou colocado e acertou a trave direita Fernando Henrique.

No fim da partida, o Fluminense tentou fazer uma pressão no Cruzeiro, mas esbarrou na falta de pontaria de seus atacantes.

02/11/2008

PLANTÃO >> Goiás 3 X 0 Cruzeiro

por Emanoel Ferreira

Num jogo que para o Cruzeiro valia disputa do título brasileiro, e, para o Goiás, a briga por uma vaga na Sul-Americana, .parecia que as camisas estavam trocadas. Com um futebol apático, displicente, a Raposa sucumbiu diante do Esmeraldino, que marcou três gols nos primeiros 16 minutos de jogo e liquidou a partida - depois, restou apenas passar o tempo e administrar o resultado. Com a vitória por 3 a 0, gols de Paulo Baier (2) e Henrique, a equipe goiana passou para 48 pontos ganhos, pulando virtualmente para o oitavo lugar do Campeonato Brasileiro - dependendo do resultado de São Paulo x Inter.

A derrota não afasta o Cruzeiro da luta pelo título, mas o clube, com 58 pontos ganhos, cai para a quarta posição com a vitória do Palmeiras sobre o Santos por 2 a 1 na Vila Belmiro - o Verdão pulou para 61 pontos. Na próxima rodada, no domingo, o Goiás vai à Ilha do Retiro encarar o Sport. O Cruzeiro recebe o Fluminense no Mineirão.


Medíocre Goiás elimina Cruzeirão em 16 minutos!


Não demorou muito para ter emoção na partida. Na primeira jogada de ataque do Esmeraldino, gol. Em jogada pela direita do lateral Vítor - uma constante do time neste Brasileiro -, a bola foi centrada para Paulo Baier, que se complicou. Sobrou para Júlio César, da entrada da área, bater firme. O goleiro Fábio rebateu no pé de Paulo Baier, que colocou com calma, aos dois minutos de jogo.


O gol atordoou o Cruzeiro, lento e errando muitos passes. Num deles, na saída de bola, Espinoza bobeou feio. Fábio Bahia aproveitou e tocou para Paulo Baier livre, pela direita. O camisa 10 não desperdiçou e bateu com categoria, sem defesa, aos oito minutos: 2 a 0. Logo depois do segundo gol, uma briga na geral entre facções das duas torcidas tomou conta do Serra Dourada e teve que ser contida pela PM.

No campo, estava fácil para o Esmeraldino jogar pelo lado esquerdo do Cruzeiro. Era por ali que saíam as jogadas do Goiás. Vítor, Fábio Bahia, Iarley e Paulo Baier caíam naquele setor. Carlinhos não dava conta - como fez falta Jadílson -, Fernandinho e Espinoza falhavam na marcação. Resumo: mais uma jogada deu em escanteio, que Júlio César cobrou pela direita. Henrique subiu mais que a zaga da Raposa e cabeceou para as redes: 3 a 0 para o Esmeraldino, com 16 minutos de jogo.


Raposa sonolenta


Irreconhecível em campo, o Cruzeiro só tinha levado perigo ao gol do Goiás numa cabeçada de Thiago Heleno para fora. Wagner, Guilherme, Thiago Ribeiro, Marquinhos Paraná pareciam não estar em campo. O Goiás, com 3 a 0 em 16 minutos, se aproveitava dos buracos deixados pela defesa. Estava mais perto do quarto gol do que a Raposa do primeiro. Fábio Bahia, aos 23, por pouco não ampliou para 4, não fosse a boa intervenção de Fábio.

Era incrível a displicência do Cruzeiro, que andava em campo. Parecia que estava ganhando a partida. O Goiás, mesmo tirando o pé do acelerador, procurava aproveitar os espaços. Mas o jogo, a partir dos 30 minutos, ficou arrastado até o fim do primeiro tempo. Afinal, com 3 a 0 no marcador, ao Esmeraldino só restou passar o tempo tocando a bola para segurar o bom resultado.

Do lado da Raposa, os jogadores pareciam ainda atônitos com o péssimo primeiro tempo.

- O time não pode ter um início de jogo como esse. Agora temos que dar o sangue - resumiu o atacante Guilherme.


Mudanças


Para o segundo tempo, Adílson Batista trocou defesa e ataque. Tirou o vulnerável Espinoza e lançou Léo Fortunato e pôs Camilo no lugar de Guilherme, artilheiro da equipe no campeonato, com 17 gols. Com a mudança, Wagner foi para o ataque e Camilo ficou na armação das jogadas. Logo com cinco minutos, Carlinhos arriscou de fora da área para Harlei fazer sua primeira grande defesa.

A Raposa melhorou. Wagner se mexia melhor, e Camilo encostava no ataque. Aos 12, ele fez boa jogada individual e quase marcou - Harlei tirou com o pé.

O Goiás buscava os contra-ataques. Aos 19, Júlio César lançou Thiago Feltri, que tocou na medida para Iarley. O atacante marcou o quarto gol, que, no entanto, foi anulado erradamente pelo árbitro Paulo César Oliveira. Dois minutos depois, Thiago Feltri desperdiçou, por preciosismo, outra chance de ampliar. Aos 23, Paulo Baier isolou nova chance.

O segundo tempo estava mais parelho. O Cruzeiro coordenava melhor as jogadas de ataque. O meio-campo dava melhor seqüência às jogadas. Aos 30, Camilo, já o melhor da equipe, deixou Wagner em condições de marcar, mas a zaga desviou. Aos 38, o lance mais bonito da Raposa: Jonathan bateu com efeito, Harlei voou de mão trocada para espalmar. Mas o desânimo já tomava conta do time. Era impossível evitar a derrota.


Cruzeiro News - cruzeironews@ymail.com


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01/11/2008

PALAVRA DO AUTOR >> “(...) É hora de batermos no peito e calarmos os rivais”.


Reta final do brasileirão. Todos estão almejando objetivos. Grêmio, Cruzeiro, São Paulo, Flamengo e Palmeiras almejam a taça e as vagas à Libertadores da América . A maioria mediana luta para permanecer no grupo que se classifica à menosprezada Copa Sulamericana; Outra parcela de medíocres lutam para se classificar à já citada Copa e para fugir da “zona da degola” (incluindo nosso sepultado rival, para os que não se lembram mais, o Atlético - MG) ; Por fim os sofríveis prediletos ao rebaixamento.

Em todos esses casos que aqui citei, o G-4 “de cima” é aquele em que mais se concentram os grandes públicos. Nosso Cruzeirão briga pelo caneco e devemos apoiá-lo incondicionalmente. Não suporto mais os argumentos de falsos cruzeirenses de que “o time não sabe decidir” ou que “o apoio incondicional leva ao fracasso, vide galo”! Ou abraçamos de vez a luta pelo título ou assumimos a condição impregnada em nós pelos nossos patéticos arqui-rivais de que só apoiamos “na boa”. É hora de batermos no peito e calar-mos os rivais. Façamos com que os concorrentes estremeçam ao som de nossas vozes pois, com toda certeza, esse espírito de luta que exigimos de nossos jogadores vai contagiar o lado azul e branco do campo. Neste instante, só restará aos rivais rezar; Rezar para que percam de pouco.

Emanoel Ferreira – emanoelferreira@ymail.com

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25/10/2008

PLANTÃO >> Atlético PR 1 X 0 Cruzeiro

por Emanoel Ferreira

Após revés, time permite aproximação dos rivais e briga pelo título fica ainda mais embolada

Depois de três vitórias seguidas, o Cruzeiro voltou a ser derrotado no Campeonato Brasileiro e ficou mais longe do líder Grêmio, ao perder para o Atlético-PR, na Arena da Baixada, por 1 a 0.

Dos cinco times que ainda brigam pela taça, a Raposa se juntou ao Palmeiras no revés e viu São Paulo, Grêmio e Flamengo vencerem seus compromissos.

Em terceiro lugar na tabela, o Cruzeiro tem agora a companhia do Verdão e do Rubro-Negro carioca, que também somam 55 pontos, mas perdem nos critérios de desempate.

O jogo


O Cruzeiro pisou o gramado da Arena da Baixada com a boa notícia de que um de seus rivais na briga pela taça, o Palmeiras, tinha caído no Maracanã, minutos antes, ao ser derrotado pelo Fluminense, por 3 a 0. Adílson Batista optou por manter Fernandinho no meio e Carlinhos na lateral-esquerda. Wagner e Jadílson começaram no banco.

Com a formação inicial que tinha derrotado o Atlético, no clássico da 30ª rodada, a Raposa consegui agir pela primeira vez aos nove minutos. Guilherme recebeu dentro da área e acionou Ramires. O volante conclui rápido, num chute cruzado, e mandou a bola rente à trave direita de Galatto, assustando os paranaenses.

A primeira boa intervenção dos donos da casa surgiu aos 18 minutos. Ferreira escapou com velocidade pelo meio e foi derrubado na risca da grande área por Thiago Heleno. Como era o último homem celeste, o zagueiro foi expulso da partida. Na cobrança, ainda mais perigosa por causa do gramado encharcado, Renan bateu bem e Fábio fez boa defesa.

Fora de seus domínios, o time estrelado tentava impor seu jogo, mas o ritmo era lento. Aos 24, a equipe criou outra boa chance para mexer no placar, desta vez com Carlinhos. O lateral chegou pela esquerda e arrematou de longe, muito perto do travessão.

As condições do gramado da Arena eram péssimas, devido à chuva, e causaram duas baixas no time de Geninho. Geílson e Renan deixaram o campo contundidos para as entradas de Pedro Oldoni e Gabriel.

As duas equipes tinham muitas dificuldades para criar e o jogo era fraco tecnicamente. Aos 41 minutos, Jonathan recebeu pela direita e tentou achar Ramires dentro da área, mas o volante não alcançou a bola, que foi interceptada pela zaga. A resposta do Furacão foi parecida. Pedro Oldoni cruzou, também pela direita, mas Moura não chegou na bola.

Segundo tempo

O Cruzeiro voltou para a segunda etapa com uma modificação. Carlinhos deixou a equipe para a entrada de Léo Fortunato, recompondo a zaga com Espinoza, já que Thiago Heleno tinha sido expulso aos 19 minutos de jogo. Do outro lado, Geninho manteve os 11 que encerraram o primeiro tempo.

Desesperado na briga contra o rebaixamento, o Furacão conseguiu alterar o placar aos nove minutos. Após uma cobrança de falta, a bola foi alçada na área estrelada e Antônio Carlos cabeceou. Fábio defendeu, mas não segurou firme e o rebote sobrou limpo para Rafael Moura tocar de pé direito para as redes: 1 a 0 na Arena da Baixada.

Após o golpe no marcador, Adílson Batista mexeu na equipe mais uma vez: sacou Thiago Ribeiro e promoveu a entrada de Wagner. Aos 18 minutos, o Cruzeiro tentou espantar o revés. Marquinhos Paraná escapou dos defensores e chutou forte, de fora da área, mas Galatto, bem colocado, segurou fácil.

Os paranaenses retrucaram com perigo e ineficiência. Aos 31 minutos, Rafael Moura deu um passe com açúcar para Ferreira. Ele avançou e acionou Pedro Oldoni, que desperdiçou uma chance incrível de ampliar a contagem sobre os mineiros.

Restando menos de 13 minutos para o final do duelo, o treinador do Cruzeiro resolveu dar mais ofensividade ao time. Sacou Jonathan e mandou Wanderley para o gramado.

Aos 38 minutos, a Raposa conseguiu uma boa trama. Wagner tocou para Guilherme, que arrematou no peito e chutou. Galatto se antecipou e ficou com a bola. Antes do apito final, o Furacão também teve mais uma chance, mas Fábio espalmou o perigo.

Na próxima rodada, o Cruzeiro encara o Goiás no Serra Dourada, em busca de reabilitação.

PRELIMINARES >> Atlético PR X Cruzeiro


por Emanoel Ferreira

Cruzeiro e Atlético-PR entram no gramado da Arena da Baixada, neste sábado, às 18h20, em Curitiba, obrigados a vencer para alimentarem sonhos bem distintos nessa reta final de Campeonato Brasileiro. Pressionada por vitórias de Grêmio, São Paulo e Flamengo, adversários na briga pelo título, a equipe celeste necessita do triunfo para recuperar a vice-liderança e receber os gaúchos, na quarta-feira, em condições de assumir o primeiro lugar. No caso do Furacão, a pressão aumentou depois que o Vasco surpreendeu o Goiás e pulou da lanterna para a 18ª posição. Um tropeço em casa pode resultar na queda para a última posição.

O Atlético está há cinco jogos sem vencer e não pode adiar mais a reação sob o risco de ser rebaixado. A vitória do também ameaçado Vasco sobre o Goiás, em Goiânia, na quarta-feira, fez o time de Geninho cair da 18ª para a 19ª posição. Uma vitória sobre o Cruzeiro e uma combinação de resultados poderia amenizar o quadro temporariamente com a saída da zona de descenso. Por outro lado, um simples empate gera o risco de ida para a lanterna.

O torcedor atleticano promete incentivo incondicional ao time nos 90 minutos para tentar ajudá-lo a reverter a situação no Campeonato Brasileiro. Uma das ações de apoio previstas para este sábado, sugerida pelo movimento “Resgate Atleticano”, é um abraço simbólico à Arena.

A despeito dessa comoção, o técnico Geninho só vê problemas pela frente. O Atlético vai a campo sem nove titulares e dois suplentes imediatos. São cinco atletas suspensos e seis contundidos. As boas notícias são os retornos do volante Valencia e do atacante Rafael Moura, livres de suspensão automática.

Comparado ao Atlético-PR, seria normal dizer que a posição do Cruzeiro é confortável. Mas nem tanto. É que os mineiros estão na briga pelo título e foram pressionados pelas vitórias dos concorrentes Grêmio, São Paulo e Flamengo na abertura da rodada. Com 55 pontos, o time de Adílson Batista caiu para a terceira posição, um ponto atrás dos paulistas e quatro dos gaúchos. A vantagem sobre os cariocas é o número de vitórias.

O Cruzeiro precisa sair da Arena com um triunfo para recuperar a vice-liderança e enfrentar o Grêmio, quarta-feira à noite, no Mineirão, em condições de assumir a liderança e de depender apenas dos seus esforços para conquistar mais um título nacional.

“Sei das dificuldades, mas o Cruzeiro vem jogando bem, é possível fazer um grande jogo e vencê-los. Precisamos fazer a nossa parte fora para que a gente vá em busca do objetivo maior que é chegar em primeiro”, disse Adílson Batista. Por ironia do destino, a missão é contra o clube que o revelou para o futebol, em 1988. “É um adversário tradicional, grande, tenho um respeito muito grande pelo Atlético, foi lá que iniciei, mas nós temos um objetivo. Hoje eu trabalho pelo Cruzeiro”.


Os jogadores sabem que a forte concorrência desse Brasileiro não dá margem para mais erros. Thiago Ribeiro aposta na agressividade do Cruzeiro para levar a melhor como visitante. “A gente tem que ter na nossa cabeça que chegamos numa reta final, não podemos mais errar, a gente espera fazer o melhor e, no final, vencer e conseguir o título. Cada jogo vai ser uma guerra e temos que entrar para vencer de qualquer jeito”, disse o atacante.


O Cruzeiro entrará em campo motivado por três vitórias seguidas, contra Sport, Ipatinga e o Atlético, e ainda pela chegada de alguns reforços na delegação: o zagueiro Espinoza e o meia Wagner são os mais cotados para iniciar a partida. O lateral-esquerdo Jadílson deve ficar como opção pelo bom momento de Fernandinho.


Equilíbrio

O jogo deste sábado é o tira-teima do confronto entre Cruzeiro e Atlético na Arena da Baixada. São três vitórias e 18 gols para cada lado e três empates.

O retrospecto geral aponta superioridade do Cruzeiro, com 16 vitórias, 13 empates e nove derrotas. Pelo Brasileiro já houve 26 duelos, com nove triunfos celestes e sete atleticanos.

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19/10/2008

PLANTÃO >> Atlético 0 X 2 Cruzeiro

por Emanoel Ferreira
Cruzeiro confirmou em campo sua superioridade sobre o Atlético no Campeonato Brasileiro e na temporada. O time da Toca da Raposa venceu por 1 a 0, neste domingo à tarde, no Mineirão, com gol do lateral Jonathan. Com a vitória, a equipe mantém vivo o sonho do título.
Já o Galo, em cinco confrontos, sofreu a quarta derrota para o rival na temporada, que deveria ser de muita festa com a comemoração do centenário do clube. O outro jogo terminou empatado. Ao todo, os celestes estão invictos no clássicos há oito partidas, com sete vitórias e uma igualdade. A última derrota foi a de 4 a 0, no primeiro duelo da final do Campeonato Mineiro de 2007.
O Jogo

As duas equipes entraram em campo com novidades. No Atlético, o lateral César Prates, com dores na coluna, foi vetado após nova avaliação. O técnico Marcelo Oliveira deslocou Élton para a lateral esquerda, entrando com Denílson no meio-campo. No Cruzeiro, o meia Wagner, que reclamou dores na coxa direita durante a semana, começou no banco. O lateral Fernandinho foi a opção de Adílson Batista, com Carlinhos jogando na esquerda. O zagueiro Espinoza, recém-chegado da seleção do Equador, não foi escalado.
As mudanças afetaram muito mais o Galo, um time perdido na etapa inicial. O meio-campo atleticano foi inoperante tanto defensivamente quanto ofensivamente. A equipe sequer conseguiu sair para o jogo. Já a Raposa dominou o jogo. Promoveu um bombardeio na meta do goleiro Juninho, que teve grande atuação. Até os 20 minutos, o time da Toca já havia finalizado 11 vezes no gol alvinegro.
Logo aos dois minutos, o volante cruzeirense Henrique, com um forte chute de fora da área, quase surpreendeu Juninho, obrigado a se esticar para fazer a defesa. Aos seis, sete e 19 minutos, Thiago Ribeiro finalizou com perigo. Antes, aos 12, Ramires chegou a cabecear uma bola no travessão.
O Atlético só ameaçou o gol celeste aos 30 minutos, com Castillo que foi lançado na área e cabeceou rente à trave direita de Fábio. De tanto insistir, o Cruzeiro abriu o placar aos 42 minutos. Fernandinho achou Jonathan livre na direta. O lateral avançou e bateu forte no canto: 1 a 0. Três minutos depois, a Raposa ainda teve outra oportunidade. Desta vez, Ramires obrigou o goleiro alvinegro a fazer boa defesa.
Segundo Tempo

O Galo voltou com o atacante Raphael Aguiar no lugar do volante Denílson. Aguiar passou a ocupar a lateral esquerda. O Cruzeiro não teve alteração. Foi atleticano o primeiro chute a gol, com Márcio Araújo, aos seis minutos. Fábio mandou a escanteio. A resposta celeste foi mais aguda. Aos 13, Thiago Ribeiro cruzou e Guilherme, de frente para o gol, bateu rente à trave.
Aos 16, nova mudança no Atlético: saiu Marques, entrou Pedro Paulo. Já o técnico cruzeirense Adilson Batista promoveu a primeira troca aos 20 minutos, sacando Fernandinho para a entrada de Wagner. Se não teve o domínio total do primeiro tempo, o Cruzeiro continuou melhor em campo.
Aos 32 minutos, Wagner fez boa jogada na entrada da área e chutou forte em cima de Juninho. Aos 38, de novo o armador bateu com perigo, mas para fora. Já aos 42, Ramires carimbou a trave. O segundo gol saiu já nos acréscimos, aos 46 minutos. Elicarlos sofreu pênalti, cometido por Juninho. Guilherme cobrou e fez 2 a 0, placar final.


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18/10/2008

PALAVRA DO AUTOR >> Torcida está devendo

Olá mais uma vez queridos internautas do Cruzeiro News! Quero hoje lhes falar sobre o fraco apoio que a imensa nação azul vem imprimindo sobre o grupo de jogadores do Cruzeirão. Estive assistindo à partida entre Grêmio e Santos, no Estádio Olímpico, e pude perceber, com muito pesar, o apoio em peso e incondicional do torcedor gaúcho para com o Grêmio; Quero os lembrar que este jogo, em específico, foi extremamente dramático para os gremistas e, nem por isso, os tricolores não deixaram de apoior o time durante todo o jogo e, como prêmio, foram presenteados com um 2 a 0 no mesmo jogo, faturando "de quebra" a liderança.O mesmo ocorre com os torcedores do queridinho da imprensa paulista, o Palmeiras, que tem o apoio de sua torcida que não deixa um lugar se quer vazio nas arquibancadas do Parque Antártica. Digo com muita tristeza que a torcida cruzeirense não está mantendo a postura de uma torcida que quer ser campeã brasileira. Na partida do Cruzeiro com o Ipatinga constatei sem muita dificulde que, mais uma vez, a maior torcida de Minas descepcionou e compareceu minimamente no gigante da pampulha. O Cruzeiro está disputando o título torcedor! É preciso o apoio da torcida em peso, cantando o hino, precionando os adiversários! É preciso que o torcedor coloque em sua mente que o time pode vencer este brasileiro! É preciso merecer o título! Estamos merecendo?Concluo fazendo um apelo: Ou a massa azul abraça o time de vez, ou desiste do campeonato! Se alcançaremos ou não o objetivo não sei, o que sei é que poderei bater no peito e dizer que fiz minha parte.
Um abraço queridos leitores do Cruzeiro News,

Emanoel Ferreira - emanoelferreira@ymail.com
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13/10/2008


por Emanoel Ferreira

O clássico do próximo domingo, contra o Atlético, no Mineirão, às 16 horas, marcará a estréia de Thiago Ribeiro num dos principais duelos do futebol brasileiro.
Na partida, válida pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, o atacante vai experimentar toda a rivalidade que cera o embate. As duas equipes chegarão embaladas para o confronto, após vencerem seus últimos compromissos.
O goleador, que conheceu a emoção dos clássicos paulistas quando defendeu o São Paulo, diz que está pronto para encarar o Galo e aposta numa rivalidade maior do que a que enfrentou no Tricolor. "Conheço de longe, mas ainda não tive a oportunidade de participar. Espero disputar pela primeira vez. Quando jogava pelo São Paulo, sempre soube da rivalidade que é o Cruzeiro x Atlético. Creio que é até maior do que em São Paulo porque lá são quatro grandes clubes e aqui são as duas principais equipes do estado", lembrou, em entrevista ao site oficial do clube.



Experiente, o atacante sabe que num jogo como o de domingo o que prevalece é a determinação. Para ele, a boa vantagem do Cruzeiro sobre o maior rival na tabela ficará em segundo plano. "Se formos ver pelos números, o Cruzeiro leva vantagem. Mas em clássicos o que mais acontece é time que está em baixo ganhar do que está em cima, aqui no Brasil isso é muito comum. Serve para nos deixar alertas. Temos que entrar ligados sabendo que quando a bola rola os números não entram em campo". De folga no fim de semana, o elenco estrelado se reapresenta ao técnico Adílson Batista na tarde desta segunda-feira, na Toca da Raposa II, quando começa a preparação para o jogão de domingo.

11/10/2008

Wagner otimista para voltar no clássico


O meia Wagner está otimista para voltar a jogar no próximo domingo, quando o Cruzeiro enfrenta o Atlético-MG, no Mineirão, pela 30ª rodada do Brasileirão. Após dar uma leve corrida pelo gramado na sexta-feira, o camisa 10 celeste diz que já não sente a dor que o incomodava, causada pela torção no joelho direito sofrida na derrota por 2 a 0 para o São Paulo, no dia 28 de setembro, Morumbi. - Já acabou a dor aguda que estava sentindo. Consegui correr no campo e fazer alguns trabalhos de movimentação e agilidade, e a dor que estou sentindo é mínima. Creio que até o próximo jogo dá para ficar próximo dos 100% - diz ele ao site oficial do clube. Na segunda-feira, o meia vai intensificar o treinamento e trabalhar com o restante do grupo, até para retomar a forma física depois de 15 dias sem treinar. O clássico mineiro é tão importante para a Raposa, uma das candidatas ao título brasileiro, que Wagner até admite jogar com dor. - É o tipo do jogo que faz a diferença no campeonato. Vencendo, serão três vitórias dentro de casa. A gente precisa disso para se manter bem perto do segundo colocado ou até voltar à vice-liderança. Temos que ir com tudo, vale o sacrifício – diz

05/10/2008

Paraná substitui Fabrício que "solta o verbo"

Por Emanoel Ferreira
O Cruzeiro venceu o Sport, mas nem os três pontos foram capazes de deixar tranqüilos os jogadores. O volante Fabrício, por exemplo, foi um dos que reclamaram das faltas duras dos jogadores do time pernambucano. Sobrou até para os clubes do Rio de Janeiro e de São Paulo. - Estou mais revoltado porque ninguém foi punido. Eu joguei muitos anos em São Paulo e vi que os times de Minas não são tão favorecidos pela arbitragem quanto eles. Sei que eu posso ser punido por falar isso, mas a arbitragem favorece os times de São Paulo e do Rio - diz Fabrício, em entrevista ao Diário Lance!. A arbitragem de quinta-feira foi de Carlos Eugênio Simon, da Fifa. Fabrício sofreu entrada dura de Luciano Henrique logo no início do jogo, o que o obrigou a ser substituído. Chorando na entrevista coletiva, o volante disse que Simon o acusou de fazer cera. - Ele passou por mim quando estava deitado e disse: 'Pára de chorar porque não foi nada'.

Em 2008, alguns árbitros brasileiros começaram a adotar o estilo europeu - marcando menos faltas - em suas atuações. Fabrício não aprova a mudança. - É o recado que eu gostaria de dar. Não sou b... nenhuma, tem um monte de jogador igual no Brasil. Mas tem que parar com esse negócio de querer trazer a Europa aqui para o Brasil. Aqui é complicado você fazer uma arbitragem como a da Europa, da Argentina, porque lá existe a lealdade e aqui tem muito jogador mau caráter, maldoso mesmo, que vai para te machucar. Por fim, Fabrício aproveitou o desabafo para criticar a absolvição de Diego Souza, do Palmeiras. O volante cruzeirense diz que recebeu uma cotovelada proposital do meia palmeirense. - Eu tomei aquela cotovelada, aquele tapa no nariz, correu sangue e tudo. Tomei dura do árbitro (Heber Roberto Lopes). É isso que eu fico indignado. Além de serem árbitros, eles querem dar uma de doutores lá dentro. Quando o Simon me falou ontem (quinta-feira) que não era para aquilo tudo, e se eu mandasse ele para aquele lugar e perguntasse se ele era doutor ou árbitro? Ia me dar um (cartão) vermelho e eu ia ser punido. Não temos como discutir com o árbitro, ele não dá essa possibilidade para a gente conversar. Eu também fiquei chateado pela absolvição do Diego Souza. Foi intencional, tanto é que não veio me pedir desculpa.

O volante Fabrício terá de ficar 45 dias sem jogar por causa de uma contusão no joelho esquerdo. Com isso, abre-se uma vaga no meio de campo do Cruzeiro. Marquinhos Paraná, que estava suspenso contra o Sport, deve ficar com a posição. - Estou pronto, à disposição do Adilson. Só falta trabalhar durante a semana para saber qual é a equipe que vai jogar contra o Ipatinga - diz Paraná, em entrevista ao site oficial do clube.
Após vencer com dificuldades o time pernambucano, o Cruzeiro tem o Ipatinga agora pela frente. Mas nem mesmo o fato de encarar o antepenúltimo colocado faz Marquinhos Paraná ter a esperança de disputar um jogo fácil. - Vai ser um jogo difícil, complicado. Já foi assim no primeiro turno. Mas aqui dentro do Mineirão a gente tem que entrar determinado, fazer o que o Adilson pede que com certeza, vamos conseguir uma boa vitória.

04/10/2008

Fabrício para por um mês

As notícias não são boas para o volante Fabrício. O exame de ressonância magnética realizado pelo jogador, na sexta-feira, apontou lesões no menisco e no ligamento colateral do joelho esquerdo. Com isso, o capitão celeste, que se contundiu no início da partida da última quinta, contra o Sport, em Belo Horizonte será submetido a uma artroscopia e ficará longe dos gramados de 30 a 45 dias, justamente na fase mais aguda do Campeonato Brasileiro.

Segundo o médico Paulo Roberto Lima, a cirurgia deve acontecer na próxima semana e servirá para corrigir a lesão no menisco. “O exame de ressonância magnética mostrou uma lesão de menisco e de ligamento colateral. A lesão de menisco é de tratamento cirúrgico, ele vai ser submetido a uma artroscopia. Já a lesão de ligamento é de tratamento conservador. A previsão de recuperação é de 30 a 45 dias”, explicou.

O médico do Cruzeiro disse que o prejuízo não chega a ser tão grande, uma vez que a lesão no ligamento poderia ter sido mais grave, o que aumentaria consideravelmente o prazo de recuperação. “É uma perda importante nesse momento. O tempo de recuperação é mais longo, mas ainda bem que não é uma lesão ligamentar mais grave. A gente pode até considerar que não é a melhor, mas também não foi a pior (lesão)”, ponderou Paulo Roberto Lima.

Na sexta-feira, Fabrício fez um longo e emocionado desabafo na Toca II, reclamando, dentre outras coisas, da entrada dada por Luciano Henrique, do Sport. Segundo o médico celeste, o lance foi determinante para a lesão do volante. “O Fabrício tem marcas, na panturrilha, de travas de chuteira. Era o pé de apoio dele, ele tinha chutado a bola com o pé direito, estava com o pé esquerdo apoiado, então todo o peso dele estava concentrado na perna esquerda. O adversário veio e deu uma travada na perna dele. O mecanismo de lesão está diretamente relacionado com o trauma que ele sofreu”, disse.

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29/09/2008

Adílson lamenta decepção azul

por Emanoel Ferreira

O técnico Adílson Batista disse que a derrota de 2 a 0 para o São Paulo, neste domingo, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro, teve uma explicação: a forte marcação do adversário, que soube fechar os espaços para o Cruzeiro. Ele garante que o time não sentiu a pressão de disputar jogos decisivos, em busca das primeiras posições.

“Temos vários jogadores vencedores, acostumados a decisões. Conquistamos o título mineiro, fizemos bons jogos em algumas situações e conseguimos manter uma regularidade. Claro que o objetivo era sair com a vitória, na pior das hipóteses um empate. Infelizmente, tivemos dificuldade pela forte marcação do São Paulo”, observou o treinador.

Ele considera que o São Paulo soube utilizar o ponto forte: os lances resultantes da chamada “bola parada”, com cobranças de faltas e escanteios. “Não criamos situações por causa da forte marcação do São Paulo. Tivemos problemas no primeiro tempo, tentamos corrigir e pedimos para explorar um pouco mais determinado setor. Acabamos levando um gol em uma jogada forte do São Paulo, e depois o segundo no finalzinho. Não dá para tirar o mérito do adversário”, declarou.

Uma substituição que provocou comentários foi a de um lateral, Maurinho, por um atacante, Thiago Ribeiro. Logo depois da alteração, o Cruzeiro levou o primeiro gol, de André Dias. Adílson Batista disse que a mexida foi uma tentativa de o time agredir mais pelo lado direito, com Maurinho e Jonathan partindo para cima do improvisado Jorge Wagner.

“A intenção era fazer dois contra um pelo lado direito, ao lado Jonathan, sendo que o Fabrício iria segurar pelo setor esquerdo, dando mais liberdade ao Wagner. A substituição não foi para garantir o empate, o objetivo era fazer dois contra um em cima de um jogador que não é exímio jogador, como o Jorge Wagner”, explicou.

Sobre o fato de o Cruzeiro ter permitido a chegada do Flamengo e do próprio São Paulo, ambos empatados com o time celeste na tabela, com 46 pontos, o treinador encarou como normal. Segundo ele, é mais uma prova de que o campeonato é marcado pelo equilíbrio, mas o time precisa reagir para não correr o risco de ficar distante da briga pelo título.

“O time é regular, só deixamos o grupo dos quatro primeiros uma vez, na 14ª rodada, quando ficamos em quinto. Claro que poderíamos estar em situação melhor, mas o campeonato é equilibrado, tropeços acontecem e não é nada anormal perder para o São Paulo. O que precisamos é recuperar esses pontos perdidos nesses 11 jogos restantes. Vamos corrigir algumas coisas para encostarmos. Nosso objetivo continua sendo o título, que está aberto a várias equipes”, comentou.

28/09/2008

PLANTÃO >> São Paulo 2 X 0 Cruzeiro


Por Emanoel Ferreira

No duelo entre o segundo melhor mandante e o segundo melhor visitante do Brasileirão, prevaleceu a personalidade dos donos da casa. Com melhor atuação, principalmente no primeiro tempo, o São Paulo somou sua sexta vitória seguida no Morumbi, ao bater o Cruzeiro, por 2 a 0, neste domingo.
Depois de ser inferior durante toda a etapa inicial, a Raposa até melhorou no segundo tempo, mas não foi suficiente. O time estrelado teve duplo prejuízo com o revés, já que permitiu a aproximação do Tricolor paulista e do Flamengo, que agora também somam 46 pontos.
Com melhores critérios de desempate, os estrelados permanecem em terceiro lugar e enfrentam o Sport na próxima rodada, no Mineirão, na próxima quinta-feira.
O jogo

Candidatos ao título do Brasileirão, São Paulo e Cruzeiro começaram a partida com muita velocidade. O Tricolor pisou o gramado com desfalques importantes e não contava com o goleiro Rogério Ceni, o artilheiro Borges e o zagueiro Miranda. Mesmo assim, foram os paulistas que logo tomaram a iniciativa no Morumbi. Aos quatro minutos, Hernanes cruzou rasteiro para a área, mas Thiago Heleno desviou o perigo após um bate-rebate. Na seqüência, Joílson alçou uma bola da direita e Hugo, livre, cabeceou com veneno, mas Fábio fez boa defesa.
Pressionada, a equipe estrelada tentava responder nos contragolpes. Aos 11, Ramires escapou pela direita, mas cruzou em cima de Rodrigo. Os paulistas seguiam ditando o ritmo do duelo e voltaram a incomodar aos 16. Dagoberto chegou com perigo e tentou passar por Fabrício, mas foi derrubado na risca da grande área. Na cobrança da falta, Hernanes soltou uma bomba e Fábio, bem colocado, desviou.
Com menos poder de fogo, o Cruzeiro perdeu ótima chance aos 19 minutos. Ramires recebeu um passe de Wagner e bateu cruzado, de frente para Bosco, que defendeu no susto.
Após os 30 minutos, os comandados de Muricy Ramalho diminuíram o ímpeto e já não atacavam com tanta velocidade. Os chutes de fora da área passaram a ser mais explorados, como aos 37, quando Hernanes finalizou de longe, muito longe da meta de Fábio.
Antes do apito de Leonardo Gaciba, o Cruzeiro também tentou mexer no placar. Aos 43, Thiago Ribeiro invadiu área pela direita, mas recebeu o combate de Rodrigo, que ficou com a bola.
Segundo tempo

Após um primeiro tempo movimentado, os dois técnicos optaram por manter a formação inicial e não mexeram nas equipes. A primeira iniciativa foi celeste. Logo na segunda volta do relógio, Thiago Ribeiro arriscou um chute de longe, por cima da meta de Bosco.
O Cruzeiro voltou mais ligado na partida, arriscando mais. Aos quatro minutos, Guilherme percebeu que Bosco estava adiantado e tocou para o gol, assuntando o camisa 1 tricolor.
Aos oito minutos, Adílson Batista foi obrigado a mexer na equipe. Ramires deixou o gramado contundido, para a entrada de Elicarlos.
Depois de um início mais tímido na etapa complementar, o São Paulo voltou à carga. Aos 10, após um cruzamento da direita, Jorge Wágner emendou e Thiago Heleno salvou em cima da linha, quando Fábio já estava vendido no lance.
A resposta estrelada veio logo em seguida e também foi muito perigosa. Aos 18, Thiago Ribeiro recebeu uma bola e ganhou de dois marcadores na corrida, antes de emendar de fora da área. A bola tirou tinta da trave paulista.
Ao contrário dos primeiros 45 minutos, quando mandou no jogo, o São Paulo permitia espaços ao Cruzeiro e o confronto era bem mais equilibrado no segundo tempo. Aflito com o 0 a 0 no placar, Muricy Ramalho mexeu no time. Sacou André Lima e colocou Borges em campo.
Com dificuldades para tramar, o São Paulo passou a arriscar nas bolas aéreas. Aos 28, Jorge Wagner cruzou e Hugo desviou de cabeça. Atento, Thiago Heleno salvou a Raposa mais uma vez.
De tanto insistir, o Tricolor achou a vantagem pelo alto. Aos 35 minutos, Jorge Wágner cobrou um escanteio pela direita e André Dias desviou com facilidade: 1 a 0 São Paulo.
Pouco antes de sofrer o gol, Adílson Batista tinha mexido no time, sacando Thiago Ribeiro para a entrada de Maurinho. A reação, com apenas Guilherme na frente, ficava bem mais difícil. Para tentar compensar o setor, o treinador celeste tirou Jonathan do time e colocou Gérson Magrão entre os titulares, mas já era tarde. Aos 48 minutos, já nos acréscimos, o São Paulo ampliou a contagem. Jancarlos cobrou uma falta com perfeição, no ângulo direito de Fábio: 2 a 0 para os paulistas.
Após a derrota, a Raposa terá três jogos seguidos dentro de casa para tentar buscar a reabilitação.

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23/09/2008

PALAVRA DO AUTOR >> Lista Célebre da Crônica Mineira


Postei na semana passada, neste mesmo espaço aqui no Cruzeiro News, um texto com um título nada polêmico: Lista Negra da Crônica Mineira. Pois recebi, afortunadamente, variados e-mails em meu endereço pessoal (emanoelferreira@ymail.com) e nossa equipe também recebeu diversos e-mails no endereço oficial do blog (cruzeironews@rocketmail.com), todos falando sobre a citada postagem.

Alguns dos tais e-mails se apresentavam me martirizando, referindo-se a mim como “um mísero cruzeirense alienado” (e-mail de Raquel Martins) ou um “zero-à-esquerda tentando aparecer” (e-mail de Vinicius Junqueira) ; Digo-vos que todos esses e-mails foram respondidos e muito bem, se me permitem o comentário. Contudo, mantenho minha posição de crítica à certos “brincalhões” da mídia.

Mas nem tudo são trevas na crônica esportiva mineira; Ao contrário de Paulo Roberto Prestes e Reinaldo Lima (já citados em outra ocasião), temos sensacionais cronistas esportivos dentre os quais destaco toda a equipe do programa “Aqui Esportes” (tv horizonte/Rede Catedral), o polêmico e ilustre Lélio Gustavo, seu companheiro de programa Chico Maia, João Vítor Xavier e toda a equipe do “Bastidores” (Rádio Itatiaia), Dimara Oliveira e toda a equipe do “Band Esportes” (Band Minas/Bandeirantes), toda a equipe do “Turma do bate bola” (Rádio Itatiaia), Thiago Reis, o brilhante Álvaro Damião, etc.

São estes destacados por mim, não pelos times que torcem, mas por sua imparcialidade e profissionalismo; Temos, por exemplo, o enaltecido por mim, Lélio Gustavo, que nunca negou sua paixão pelo Atlético Mineiro e ainda sim mantém seu caráter profissional.

Por fim, agradeço aqueles que enviaram e-mails para mim e para a equipe do blog com intenção de ajudar-nos e de nos incentivar; A esses, meu muito obrigado.

Aquele abraço,


Emanoel Ferreira – emanoelferreira@ymail.com


A COLUNA PALAVRA DO AUTOR É UMA POSTAGEM PERIÓDICA ONDE O CRIADOR DO CRUZEIRO NEWS (EMANOEL FERREIRA) EXPRESSA SUAS OPINIÕES.
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