25/10/2008

PLANTÃO >> Atlético PR 1 X 0 Cruzeiro

por Emanoel Ferreira

Após revés, time permite aproximação dos rivais e briga pelo título fica ainda mais embolada

Depois de três vitórias seguidas, o Cruzeiro voltou a ser derrotado no Campeonato Brasileiro e ficou mais longe do líder Grêmio, ao perder para o Atlético-PR, na Arena da Baixada, por 1 a 0.

Dos cinco times que ainda brigam pela taça, a Raposa se juntou ao Palmeiras no revés e viu São Paulo, Grêmio e Flamengo vencerem seus compromissos.

Em terceiro lugar na tabela, o Cruzeiro tem agora a companhia do Verdão e do Rubro-Negro carioca, que também somam 55 pontos, mas perdem nos critérios de desempate.

O jogo


O Cruzeiro pisou o gramado da Arena da Baixada com a boa notícia de que um de seus rivais na briga pela taça, o Palmeiras, tinha caído no Maracanã, minutos antes, ao ser derrotado pelo Fluminense, por 3 a 0. Adílson Batista optou por manter Fernandinho no meio e Carlinhos na lateral-esquerda. Wagner e Jadílson começaram no banco.

Com a formação inicial que tinha derrotado o Atlético, no clássico da 30ª rodada, a Raposa consegui agir pela primeira vez aos nove minutos. Guilherme recebeu dentro da área e acionou Ramires. O volante conclui rápido, num chute cruzado, e mandou a bola rente à trave direita de Galatto, assustando os paranaenses.

A primeira boa intervenção dos donos da casa surgiu aos 18 minutos. Ferreira escapou com velocidade pelo meio e foi derrubado na risca da grande área por Thiago Heleno. Como era o último homem celeste, o zagueiro foi expulso da partida. Na cobrança, ainda mais perigosa por causa do gramado encharcado, Renan bateu bem e Fábio fez boa defesa.

Fora de seus domínios, o time estrelado tentava impor seu jogo, mas o ritmo era lento. Aos 24, a equipe criou outra boa chance para mexer no placar, desta vez com Carlinhos. O lateral chegou pela esquerda e arrematou de longe, muito perto do travessão.

As condições do gramado da Arena eram péssimas, devido à chuva, e causaram duas baixas no time de Geninho. Geílson e Renan deixaram o campo contundidos para as entradas de Pedro Oldoni e Gabriel.

As duas equipes tinham muitas dificuldades para criar e o jogo era fraco tecnicamente. Aos 41 minutos, Jonathan recebeu pela direita e tentou achar Ramires dentro da área, mas o volante não alcançou a bola, que foi interceptada pela zaga. A resposta do Furacão foi parecida. Pedro Oldoni cruzou, também pela direita, mas Moura não chegou na bola.

Segundo tempo

O Cruzeiro voltou para a segunda etapa com uma modificação. Carlinhos deixou a equipe para a entrada de Léo Fortunato, recompondo a zaga com Espinoza, já que Thiago Heleno tinha sido expulso aos 19 minutos de jogo. Do outro lado, Geninho manteve os 11 que encerraram o primeiro tempo.

Desesperado na briga contra o rebaixamento, o Furacão conseguiu alterar o placar aos nove minutos. Após uma cobrança de falta, a bola foi alçada na área estrelada e Antônio Carlos cabeceou. Fábio defendeu, mas não segurou firme e o rebote sobrou limpo para Rafael Moura tocar de pé direito para as redes: 1 a 0 na Arena da Baixada.

Após o golpe no marcador, Adílson Batista mexeu na equipe mais uma vez: sacou Thiago Ribeiro e promoveu a entrada de Wagner. Aos 18 minutos, o Cruzeiro tentou espantar o revés. Marquinhos Paraná escapou dos defensores e chutou forte, de fora da área, mas Galatto, bem colocado, segurou fácil.

Os paranaenses retrucaram com perigo e ineficiência. Aos 31 minutos, Rafael Moura deu um passe com açúcar para Ferreira. Ele avançou e acionou Pedro Oldoni, que desperdiçou uma chance incrível de ampliar a contagem sobre os mineiros.

Restando menos de 13 minutos para o final do duelo, o treinador do Cruzeiro resolveu dar mais ofensividade ao time. Sacou Jonathan e mandou Wanderley para o gramado.

Aos 38 minutos, a Raposa conseguiu uma boa trama. Wagner tocou para Guilherme, que arrematou no peito e chutou. Galatto se antecipou e ficou com a bola. Antes do apito final, o Furacão também teve mais uma chance, mas Fábio espalmou o perigo.

Na próxima rodada, o Cruzeiro encara o Goiás no Serra Dourada, em busca de reabilitação.

PRELIMINARES >> Atlético PR X Cruzeiro


por Emanoel Ferreira

Cruzeiro e Atlético-PR entram no gramado da Arena da Baixada, neste sábado, às 18h20, em Curitiba, obrigados a vencer para alimentarem sonhos bem distintos nessa reta final de Campeonato Brasileiro. Pressionada por vitórias de Grêmio, São Paulo e Flamengo, adversários na briga pelo título, a equipe celeste necessita do triunfo para recuperar a vice-liderança e receber os gaúchos, na quarta-feira, em condições de assumir o primeiro lugar. No caso do Furacão, a pressão aumentou depois que o Vasco surpreendeu o Goiás e pulou da lanterna para a 18ª posição. Um tropeço em casa pode resultar na queda para a última posição.

O Atlético está há cinco jogos sem vencer e não pode adiar mais a reação sob o risco de ser rebaixado. A vitória do também ameaçado Vasco sobre o Goiás, em Goiânia, na quarta-feira, fez o time de Geninho cair da 18ª para a 19ª posição. Uma vitória sobre o Cruzeiro e uma combinação de resultados poderia amenizar o quadro temporariamente com a saída da zona de descenso. Por outro lado, um simples empate gera o risco de ida para a lanterna.

O torcedor atleticano promete incentivo incondicional ao time nos 90 minutos para tentar ajudá-lo a reverter a situação no Campeonato Brasileiro. Uma das ações de apoio previstas para este sábado, sugerida pelo movimento “Resgate Atleticano”, é um abraço simbólico à Arena.

A despeito dessa comoção, o técnico Geninho só vê problemas pela frente. O Atlético vai a campo sem nove titulares e dois suplentes imediatos. São cinco atletas suspensos e seis contundidos. As boas notícias são os retornos do volante Valencia e do atacante Rafael Moura, livres de suspensão automática.

Comparado ao Atlético-PR, seria normal dizer que a posição do Cruzeiro é confortável. Mas nem tanto. É que os mineiros estão na briga pelo título e foram pressionados pelas vitórias dos concorrentes Grêmio, São Paulo e Flamengo na abertura da rodada. Com 55 pontos, o time de Adílson Batista caiu para a terceira posição, um ponto atrás dos paulistas e quatro dos gaúchos. A vantagem sobre os cariocas é o número de vitórias.

O Cruzeiro precisa sair da Arena com um triunfo para recuperar a vice-liderança e enfrentar o Grêmio, quarta-feira à noite, no Mineirão, em condições de assumir a liderança e de depender apenas dos seus esforços para conquistar mais um título nacional.

“Sei das dificuldades, mas o Cruzeiro vem jogando bem, é possível fazer um grande jogo e vencê-los. Precisamos fazer a nossa parte fora para que a gente vá em busca do objetivo maior que é chegar em primeiro”, disse Adílson Batista. Por ironia do destino, a missão é contra o clube que o revelou para o futebol, em 1988. “É um adversário tradicional, grande, tenho um respeito muito grande pelo Atlético, foi lá que iniciei, mas nós temos um objetivo. Hoje eu trabalho pelo Cruzeiro”.


Os jogadores sabem que a forte concorrência desse Brasileiro não dá margem para mais erros. Thiago Ribeiro aposta na agressividade do Cruzeiro para levar a melhor como visitante. “A gente tem que ter na nossa cabeça que chegamos numa reta final, não podemos mais errar, a gente espera fazer o melhor e, no final, vencer e conseguir o título. Cada jogo vai ser uma guerra e temos que entrar para vencer de qualquer jeito”, disse o atacante.


O Cruzeiro entrará em campo motivado por três vitórias seguidas, contra Sport, Ipatinga e o Atlético, e ainda pela chegada de alguns reforços na delegação: o zagueiro Espinoza e o meia Wagner são os mais cotados para iniciar a partida. O lateral-esquerdo Jadílson deve ficar como opção pelo bom momento de Fernandinho.


Equilíbrio

O jogo deste sábado é o tira-teima do confronto entre Cruzeiro e Atlético na Arena da Baixada. São três vitórias e 18 gols para cada lado e três empates.

O retrospecto geral aponta superioridade do Cruzeiro, com 16 vitórias, 13 empates e nove derrotas. Pelo Brasileiro já houve 26 duelos, com nove triunfos celestes e sete atleticanos.

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19/10/2008

PLANTÃO >> Atlético 0 X 2 Cruzeiro

por Emanoel Ferreira
Cruzeiro confirmou em campo sua superioridade sobre o Atlético no Campeonato Brasileiro e na temporada. O time da Toca da Raposa venceu por 1 a 0, neste domingo à tarde, no Mineirão, com gol do lateral Jonathan. Com a vitória, a equipe mantém vivo o sonho do título.
Já o Galo, em cinco confrontos, sofreu a quarta derrota para o rival na temporada, que deveria ser de muita festa com a comemoração do centenário do clube. O outro jogo terminou empatado. Ao todo, os celestes estão invictos no clássicos há oito partidas, com sete vitórias e uma igualdade. A última derrota foi a de 4 a 0, no primeiro duelo da final do Campeonato Mineiro de 2007.
O Jogo

As duas equipes entraram em campo com novidades. No Atlético, o lateral César Prates, com dores na coluna, foi vetado após nova avaliação. O técnico Marcelo Oliveira deslocou Élton para a lateral esquerda, entrando com Denílson no meio-campo. No Cruzeiro, o meia Wagner, que reclamou dores na coxa direita durante a semana, começou no banco. O lateral Fernandinho foi a opção de Adílson Batista, com Carlinhos jogando na esquerda. O zagueiro Espinoza, recém-chegado da seleção do Equador, não foi escalado.
As mudanças afetaram muito mais o Galo, um time perdido na etapa inicial. O meio-campo atleticano foi inoperante tanto defensivamente quanto ofensivamente. A equipe sequer conseguiu sair para o jogo. Já a Raposa dominou o jogo. Promoveu um bombardeio na meta do goleiro Juninho, que teve grande atuação. Até os 20 minutos, o time da Toca já havia finalizado 11 vezes no gol alvinegro.
Logo aos dois minutos, o volante cruzeirense Henrique, com um forte chute de fora da área, quase surpreendeu Juninho, obrigado a se esticar para fazer a defesa. Aos seis, sete e 19 minutos, Thiago Ribeiro finalizou com perigo. Antes, aos 12, Ramires chegou a cabecear uma bola no travessão.
O Atlético só ameaçou o gol celeste aos 30 minutos, com Castillo que foi lançado na área e cabeceou rente à trave direita de Fábio. De tanto insistir, o Cruzeiro abriu o placar aos 42 minutos. Fernandinho achou Jonathan livre na direta. O lateral avançou e bateu forte no canto: 1 a 0. Três minutos depois, a Raposa ainda teve outra oportunidade. Desta vez, Ramires obrigou o goleiro alvinegro a fazer boa defesa.
Segundo Tempo

O Galo voltou com o atacante Raphael Aguiar no lugar do volante Denílson. Aguiar passou a ocupar a lateral esquerda. O Cruzeiro não teve alteração. Foi atleticano o primeiro chute a gol, com Márcio Araújo, aos seis minutos. Fábio mandou a escanteio. A resposta celeste foi mais aguda. Aos 13, Thiago Ribeiro cruzou e Guilherme, de frente para o gol, bateu rente à trave.
Aos 16, nova mudança no Atlético: saiu Marques, entrou Pedro Paulo. Já o técnico cruzeirense Adilson Batista promoveu a primeira troca aos 20 minutos, sacando Fernandinho para a entrada de Wagner. Se não teve o domínio total do primeiro tempo, o Cruzeiro continuou melhor em campo.
Aos 32 minutos, Wagner fez boa jogada na entrada da área e chutou forte em cima de Juninho. Aos 38, de novo o armador bateu com perigo, mas para fora. Já aos 42, Ramires carimbou a trave. O segundo gol saiu já nos acréscimos, aos 46 minutos. Elicarlos sofreu pênalti, cometido por Juninho. Guilherme cobrou e fez 2 a 0, placar final.


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18/10/2008

PALAVRA DO AUTOR >> Torcida está devendo

Olá mais uma vez queridos internautas do Cruzeiro News! Quero hoje lhes falar sobre o fraco apoio que a imensa nação azul vem imprimindo sobre o grupo de jogadores do Cruzeirão. Estive assistindo à partida entre Grêmio e Santos, no Estádio Olímpico, e pude perceber, com muito pesar, o apoio em peso e incondicional do torcedor gaúcho para com o Grêmio; Quero os lembrar que este jogo, em específico, foi extremamente dramático para os gremistas e, nem por isso, os tricolores não deixaram de apoior o time durante todo o jogo e, como prêmio, foram presenteados com um 2 a 0 no mesmo jogo, faturando "de quebra" a liderança.O mesmo ocorre com os torcedores do queridinho da imprensa paulista, o Palmeiras, que tem o apoio de sua torcida que não deixa um lugar se quer vazio nas arquibancadas do Parque Antártica. Digo com muita tristeza que a torcida cruzeirense não está mantendo a postura de uma torcida que quer ser campeã brasileira. Na partida do Cruzeiro com o Ipatinga constatei sem muita dificulde que, mais uma vez, a maior torcida de Minas descepcionou e compareceu minimamente no gigante da pampulha. O Cruzeiro está disputando o título torcedor! É preciso o apoio da torcida em peso, cantando o hino, precionando os adiversários! É preciso que o torcedor coloque em sua mente que o time pode vencer este brasileiro! É preciso merecer o título! Estamos merecendo?Concluo fazendo um apelo: Ou a massa azul abraça o time de vez, ou desiste do campeonato! Se alcançaremos ou não o objetivo não sei, o que sei é que poderei bater no peito e dizer que fiz minha parte.
Um abraço queridos leitores do Cruzeiro News,

Emanoel Ferreira - emanoelferreira@ymail.com
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13/10/2008


por Emanoel Ferreira

O clássico do próximo domingo, contra o Atlético, no Mineirão, às 16 horas, marcará a estréia de Thiago Ribeiro num dos principais duelos do futebol brasileiro.
Na partida, válida pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, o atacante vai experimentar toda a rivalidade que cera o embate. As duas equipes chegarão embaladas para o confronto, após vencerem seus últimos compromissos.
O goleador, que conheceu a emoção dos clássicos paulistas quando defendeu o São Paulo, diz que está pronto para encarar o Galo e aposta numa rivalidade maior do que a que enfrentou no Tricolor. "Conheço de longe, mas ainda não tive a oportunidade de participar. Espero disputar pela primeira vez. Quando jogava pelo São Paulo, sempre soube da rivalidade que é o Cruzeiro x Atlético. Creio que é até maior do que em São Paulo porque lá são quatro grandes clubes e aqui são as duas principais equipes do estado", lembrou, em entrevista ao site oficial do clube.



Experiente, o atacante sabe que num jogo como o de domingo o que prevalece é a determinação. Para ele, a boa vantagem do Cruzeiro sobre o maior rival na tabela ficará em segundo plano. "Se formos ver pelos números, o Cruzeiro leva vantagem. Mas em clássicos o que mais acontece é time que está em baixo ganhar do que está em cima, aqui no Brasil isso é muito comum. Serve para nos deixar alertas. Temos que entrar ligados sabendo que quando a bola rola os números não entram em campo". De folga no fim de semana, o elenco estrelado se reapresenta ao técnico Adílson Batista na tarde desta segunda-feira, na Toca da Raposa II, quando começa a preparação para o jogão de domingo.

11/10/2008

Wagner otimista para voltar no clássico


O meia Wagner está otimista para voltar a jogar no próximo domingo, quando o Cruzeiro enfrenta o Atlético-MG, no Mineirão, pela 30ª rodada do Brasileirão. Após dar uma leve corrida pelo gramado na sexta-feira, o camisa 10 celeste diz que já não sente a dor que o incomodava, causada pela torção no joelho direito sofrida na derrota por 2 a 0 para o São Paulo, no dia 28 de setembro, Morumbi. - Já acabou a dor aguda que estava sentindo. Consegui correr no campo e fazer alguns trabalhos de movimentação e agilidade, e a dor que estou sentindo é mínima. Creio que até o próximo jogo dá para ficar próximo dos 100% - diz ele ao site oficial do clube. Na segunda-feira, o meia vai intensificar o treinamento e trabalhar com o restante do grupo, até para retomar a forma física depois de 15 dias sem treinar. O clássico mineiro é tão importante para a Raposa, uma das candidatas ao título brasileiro, que Wagner até admite jogar com dor. - É o tipo do jogo que faz a diferença no campeonato. Vencendo, serão três vitórias dentro de casa. A gente precisa disso para se manter bem perto do segundo colocado ou até voltar à vice-liderança. Temos que ir com tudo, vale o sacrifício – diz

05/10/2008

Paraná substitui Fabrício que "solta o verbo"

Por Emanoel Ferreira
O Cruzeiro venceu o Sport, mas nem os três pontos foram capazes de deixar tranqüilos os jogadores. O volante Fabrício, por exemplo, foi um dos que reclamaram das faltas duras dos jogadores do time pernambucano. Sobrou até para os clubes do Rio de Janeiro e de São Paulo. - Estou mais revoltado porque ninguém foi punido. Eu joguei muitos anos em São Paulo e vi que os times de Minas não são tão favorecidos pela arbitragem quanto eles. Sei que eu posso ser punido por falar isso, mas a arbitragem favorece os times de São Paulo e do Rio - diz Fabrício, em entrevista ao Diário Lance!. A arbitragem de quinta-feira foi de Carlos Eugênio Simon, da Fifa. Fabrício sofreu entrada dura de Luciano Henrique logo no início do jogo, o que o obrigou a ser substituído. Chorando na entrevista coletiva, o volante disse que Simon o acusou de fazer cera. - Ele passou por mim quando estava deitado e disse: 'Pára de chorar porque não foi nada'.

Em 2008, alguns árbitros brasileiros começaram a adotar o estilo europeu - marcando menos faltas - em suas atuações. Fabrício não aprova a mudança. - É o recado que eu gostaria de dar. Não sou b... nenhuma, tem um monte de jogador igual no Brasil. Mas tem que parar com esse negócio de querer trazer a Europa aqui para o Brasil. Aqui é complicado você fazer uma arbitragem como a da Europa, da Argentina, porque lá existe a lealdade e aqui tem muito jogador mau caráter, maldoso mesmo, que vai para te machucar. Por fim, Fabrício aproveitou o desabafo para criticar a absolvição de Diego Souza, do Palmeiras. O volante cruzeirense diz que recebeu uma cotovelada proposital do meia palmeirense. - Eu tomei aquela cotovelada, aquele tapa no nariz, correu sangue e tudo. Tomei dura do árbitro (Heber Roberto Lopes). É isso que eu fico indignado. Além de serem árbitros, eles querem dar uma de doutores lá dentro. Quando o Simon me falou ontem (quinta-feira) que não era para aquilo tudo, e se eu mandasse ele para aquele lugar e perguntasse se ele era doutor ou árbitro? Ia me dar um (cartão) vermelho e eu ia ser punido. Não temos como discutir com o árbitro, ele não dá essa possibilidade para a gente conversar. Eu também fiquei chateado pela absolvição do Diego Souza. Foi intencional, tanto é que não veio me pedir desculpa.

O volante Fabrício terá de ficar 45 dias sem jogar por causa de uma contusão no joelho esquerdo. Com isso, abre-se uma vaga no meio de campo do Cruzeiro. Marquinhos Paraná, que estava suspenso contra o Sport, deve ficar com a posição. - Estou pronto, à disposição do Adilson. Só falta trabalhar durante a semana para saber qual é a equipe que vai jogar contra o Ipatinga - diz Paraná, em entrevista ao site oficial do clube.
Após vencer com dificuldades o time pernambucano, o Cruzeiro tem o Ipatinga agora pela frente. Mas nem mesmo o fato de encarar o antepenúltimo colocado faz Marquinhos Paraná ter a esperança de disputar um jogo fácil. - Vai ser um jogo difícil, complicado. Já foi assim no primeiro turno. Mas aqui dentro do Mineirão a gente tem que entrar determinado, fazer o que o Adilson pede que com certeza, vamos conseguir uma boa vitória.

04/10/2008

Fabrício para por um mês

As notícias não são boas para o volante Fabrício. O exame de ressonância magnética realizado pelo jogador, na sexta-feira, apontou lesões no menisco e no ligamento colateral do joelho esquerdo. Com isso, o capitão celeste, que se contundiu no início da partida da última quinta, contra o Sport, em Belo Horizonte será submetido a uma artroscopia e ficará longe dos gramados de 30 a 45 dias, justamente na fase mais aguda do Campeonato Brasileiro.

Segundo o médico Paulo Roberto Lima, a cirurgia deve acontecer na próxima semana e servirá para corrigir a lesão no menisco. “O exame de ressonância magnética mostrou uma lesão de menisco e de ligamento colateral. A lesão de menisco é de tratamento cirúrgico, ele vai ser submetido a uma artroscopia. Já a lesão de ligamento é de tratamento conservador. A previsão de recuperação é de 30 a 45 dias”, explicou.

O médico do Cruzeiro disse que o prejuízo não chega a ser tão grande, uma vez que a lesão no ligamento poderia ter sido mais grave, o que aumentaria consideravelmente o prazo de recuperação. “É uma perda importante nesse momento. O tempo de recuperação é mais longo, mas ainda bem que não é uma lesão ligamentar mais grave. A gente pode até considerar que não é a melhor, mas também não foi a pior (lesão)”, ponderou Paulo Roberto Lima.

Na sexta-feira, Fabrício fez um longo e emocionado desabafo na Toca II, reclamando, dentre outras coisas, da entrada dada por Luciano Henrique, do Sport. Segundo o médico celeste, o lance foi determinante para a lesão do volante. “O Fabrício tem marcas, na panturrilha, de travas de chuteira. Era o pé de apoio dele, ele tinha chutado a bola com o pé direito, estava com o pé esquerdo apoiado, então todo o peso dele estava concentrado na perna esquerda. O adversário veio e deu uma travada na perna dele. O mecanismo de lesão está diretamente relacionado com o trauma que ele sofreu”, disse.

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A COLUNA PALAVRA DO AUTOR É UMA POSTAGEM PERIÓDICA ONDE O CRIADOR DO CRUZEIRO NEWS (EMANOEL FERREIRA) EXPRESSA SUAS OPINIÕES.
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